Blog da Parábola Editorial

Linguística na sala de aula

Linguística na sala de aula

Cinco livros de Carlos Alberto Faraco que todo professor de Letras deveria ter

 

A linguística é a ciência que estuda a linguagem verbal humana. O profissional linguista se dedica ao estudo das línguas e suas dimensões, assim como: sua estrutura, a maneira como a utilizamos, sua história e suas relações com as sociedades. 

Carlos Alberto Faraco é um linguista brasileiro, professor de língua portuguesa da Universidade Federal do Paraná, da qual foi reitor no período 1990-1994. Tem experiência na área de linguística, com ênfase em linguística aplicada, atuando principalmente nos seguintes temas: Bakhtin, discurso, dialogismo, história do pensamento linguístico, linguística e ensino de português.

Suas obras são adotadas em diversas faculdades de Letras. Veja uma relação de cinco livros do autor que todo professor de linguística deveria ter:

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Coesão textual: seis dicas para melhorá-la na produção de texto

Coesão textual: seis dicas para melhorá-la na produção de texto

O uso correto da coesão na produção textual

Você já deve ter ouvido alguém dizer: “Ah, eu até tenho boas ideias, mas não sei colocá-las no papel”. Pois é, isso normalmente acontece porque a pessoa deve ter alguma dificuldade com a coesão textual.

Muitas publicações falam sobre esse tema. Mas vamos tentar resumir em seis dicas aquilo que é mais importante de se pensar na hora  da produção de texto.

Antes, porém, é preciso lembrar que coesão textual forma um tipo de “par” com a coerência. A coerência é o bom encaixe das ideias presentes num texto. Isto é, um texto coerente, normalmente faz sentido, porque as ideias (o seu conteúdo) estão convivendo harmoniosamente lá dentro. E como se consegue isso? Com a coesão textual.

E o que é a coesão textual? Basicamente é palavra certa no lugar certo. Quer dizer, o modo como você organiza as palavras no texto para que as pessoas entendam aquilo que você quer transmitir a elas quando forem ler o que você escreveu.

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A falta de leitura pode destruir um país.

A falta de leitura pode destruir um país.

A leitura pode salvar ou destruir um país?

 

Numa oportunidade, no Rio de Janeiro, estive com Anna Rennhack, pedagoga e mestra em educação, que, por cerca de 13 anos, exerceu o cargo de gerente de Relações Institucionais no Grupo Record. Seu foco principal eram as vendas para o governo. Dela, ouvi uma informação preocupante, mas que precisa ser mais discutida e que já provocou inúmeras baixas no mercado editorial, de pessoas e empresas, e, se não estivermos atentos, pode provocar um dano muito maior à educação, à formação de leitores, ao futuro de nossos profissionais de todas as áreas. Pois bem, Anna Rennhack foi quem me deu o start deste artigo.            Anna Rennhack

Há dois anos um tipo de compra de livros está paralisado: são as compras de livros para bibliotecas das escolas feitas no quadro do PNBE (Programa Nacional Biblioteca da Escola). Tudo indica que não haverá compras em 2017 e, hoje, nada parece desanuviar o cenário para 2018!

Em 2014, último ano em que houve compras do PNBE, elas representaram quase 20 milhões de livros infantis e juvenis, correspondendo a 66% do mercado infantojuvenil. Isso significa dizer que nos últimos dois anos o mercado editorial neste segmento encolheu para 1/3 do que costumava ser.

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Bastidores dos estudos da variação linguística no Brasil

Bastidores dos estudos da variação linguística no Brasil

Relato de Stella Maris Bortoni-Ricardo

 

Enviou-me a Parábola Editorial sugestão de que eu escrevesse sobre curiosidades de variação linguística. O tema é oportuno porque o Brasil é a nação onde o modelo epistemológico e metodológico da variação linguística alcançou o mais amplo desenvolvimento, se considerarmos todos os países em que a língua ou línguas nacionais têm sido objeto desses estudos.

Quem me afirmou isso foi William Labov, e essa para mim já é a primeira importante curiosidade sobre o tema. No início da década de 1990, eu havia recentemente retornado de um estágio de pós-doutorado na Universidade da Pensilvânia, onde William Labov leciona há muito tempo, quando fui prazerosamente surpreendida com um amável convite de colegas linguistas da UFRJ para ir ao Rio de Janeiro encontrar-me justamente com o professor Labov. O convite partiu da saudosa amiga Alzira Tavares de Macedo, linguista do Departamento de Linguística e Filologia da Faculdade de Letras da UFRJ.

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Linguística contemporânea

Linguística contemporânea

Relativa cortadora: Que história é essa?

Recentemente, folheando a revista de bordo da Azul, topei com uma página inteira de propaganda da própria empresa que trazia, no alto e em letras bem grandes, a seguinte frase: “Você acumula pontos todos os meses para fazer aquela viagem que sonha todos os dias”. Claro que na mesma hora guardei a revista na mochila para incluir o achado no meu banco de dados. Por quê? Porque é um indício de uma mudança linguística que já se completou. Como assim?

Desde os anos 1970, diversos linguistas brasileiros vêm se dedicando a estudar o fenômeno chamado estratégias de relativização. As orações iniciadas por um pronome relativo (que, cujo, o qual etc.) são rotuladas tradicionalmente de “orações adjetivas”, mas na pesquisa linguística contemporânea recebem o nome de orações relativas. Quando o verbo é transitivo direto, tudo se passa sem nenhuma surpresa: “O carro que comprei é vermelho”. Mas quando o verbo é transitivo indireto, ou seja, quando o complemento desse verbo é introduzido por uma preposição, a coisa muda de figura. Onde a prescrição tradicional exigiria, por exemplo: “Ninguém imagina os problemas por que / pelos quais eu tenho passado”, o que de fato ouvimos (e lemos) é: “Ninguém imagina os problemas que eu tenho passado”. Onde foi parar a preposição? Ela foi apagada ou cortada, justamente por isso essa construção é chamada de relativa cortadora.

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Meus alunos não gostam de ler!

Meus alunos não gostam de ler!

Dicas para estimular o hábito de leitura dos alunos na sala de aula

Material produzido por Carla Viana Coscarelli e pela equipe do Redigir, FALE/UFMG

Isso acontece com frequência, mas não é o que queremos para nossos alunos, não é mesmo?

Aqui vão algumas dicas para você pensar sobre essa questão e encontrar algumas saídas para ela.

Detectando problemas:

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A importância de trabalhar literatura nas escolas

A importância de trabalhar literatura nas escolas

Veja uma lista de livros imperdíveis para trabalhar literatura na sala de aula.

É por meio da literatura que os alunos desenvolvem a imaginação, o hábito de leitura, o pensamento crítico e suas emoções. E mesmo sabendo que o ensino de literatura não está tão presente nas escolas como deveria, o cuidado para não tornar essa disciplina tão importante monótona deve ser tomado.

Para isso, listamos aqui quatro livros imperdíveis que lhe ajudarão a trabalhar o ensino de literatura e a prática da crítica literária em sala de aula.

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O que estamos aprendendo com as ocupações estudantis?

O que estamos aprendendo com as ocupações estudantis?

 Um convite à reflexão

 

Absolutamente nada.

Estamos, grosso modo, perdendo o bonde da história, aquele que está passando, e por medo de não sabermos direito o itinerário, ficamos parado no ponto esperando que venha o de sempre.

 

O bonde de sempre é guiado pelos rostos de sempre. Aqueles que todos conhecem. Gente do naipe de Eduardo Cunha & Cia.

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Línguas estrangeiras - Inglês “pra inglês ver”

Línguas estrangeiras - Inglês “pra inglês ver”

A importância de valorizar o ensino de línguas estrangeiras na escola regular brasileira

Nesta entrevista, os organizadores e autores de Faça a diferença: ensinar línguas estrangeiras na educação básica, Laura Miccoli e Alex Garcia da Cunha abordam a importância dos benefícios de se aprender uma segunda língua, especialmente o inglês, ainda na infância, nas escolas públicas e privadas e o quanto este ensino é desacreditado por alunos e professores na escola regular do Brasil. Para aprender uma segunda língua, o aluno precisa pensar menos em vocabulário e gramática e mais no uso da língua estrangeira.

1. O avanço extraordinário da tecnologia é feito em língua inglesa. Que perspectivas tem a pessoa que chega à idade de trabalhar e não sabe inglês? 

Não saber inglês pode reduzir as possibilidades de entrar no mercado de trabalho em atividades de nível superior e até mesmo de nível médio. A pouca oferta de vagas aumenta a disputa por postos de trabalho e quem tiver mais a oferecer sairá na frente. Um empregado com domínio de mais que apenas a língua materna potencializa as oportunidades de trabalho e daquilo que pode oferecer à empresa contratante, tornando-se mais atraente ao empregador.  

Em outras palavras, não saber inglês ou mais línguas estrangeiras pode prejudicar quem deseja entrar no mercado de trabalho. 

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Desafios para o professor de língua portuguesa recém-formado: saberes teóricos necessários

Desafios para o professor de língua portuguesa recém-formado: saberes teóricos necessários

Os principais desafios para o professor de língua portuguesa 

Um bom professor de língua precisa entender que atualmente se considera o texto como elemento fundamental que possibilita a interação verbal, na oralidade e na escrita. Ele é entendido como unidade de comunicação, formada por elementos do sistema linguístico e por aspectos relacionados a seu uso. Nessa perspectiva, o texto é formado por sua estrutura morfossintática (elementos lexicais e gramaticais organizados de acordo com regras do sistema da língua), pelos seus níveis de significação e pelas suas possibilidades pragmáticas de interpretação, presentes quando a unidade textual está inserida em contextos específicos de uso.

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Ensino de línguas estrangeiras na educação básica

Ensino de línguas estrangeiras na educação básica

Como ensinar inglês e outros idiomas na educação básica?

 

A Parábola Editorial me incumbiu a tarefa de escrever um texto em resposta à pergunta: Como ensinar inglês e outros idiomas na educação básica? É tarefa difícil responder a essa pergunta em um texto curto e mais difícil ainda se tratarmos das escolas públicas. Afinal, as escolas privadas, em sua maioria, possibilitam aos alunos aulas de idiomas de qualidade por possuírem a infraestrutura necessária, disponibilizando equipamentos e materiais didáticos a alunos e professores. Além disso, série após série, elas conseguem manter uma sequência de ensino, com um número razoável de alunos por turma, garantindo-lhes a possibilidade de desenvolverem inclusive a fala e a compreensão oral. Há escolas privadas que contratam os serviços de institutos de idioma, geralmente, de inglês, para se responsabilizarem pelas aulas. Não há, portanto, necessidade de eu escrever mais sobre elas aqui.

ESCOLAS PÚBLICASA realidade das escolas públicas, infelizmente, é outra se sairmos da esfera federal e nos mantivermos nas esferas municipal e estadual. Geralmente, faltam equipamentos e materiais didáticos. Às vezes, a carga horária semanal é baixa e as turmas são grandes. Em algumas escolas, há ainda o problema de os alunos terem aulas de uma língua em um ano, como, por exemplo, espanhol, e de outra língua no ano seguinte, como, por exemplo, inglês. Essa descontinuidade traz óbvios prejuízos para a aprendizagem.

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IVO NÃO VIU A UVA

IVO NÃO VIU A UVA
Redação do Enem 2016 

Gente, ficou impossível não falar da redação do ENEM 2016, com o tema: “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”.

Grata surpresa foi ver que o ENEM manteve, na linha dos últimos temas escolhidos, a decisão de levar os estudantes a refletirem e escreverem trinta linhas sobre um assunto de impacto decisivo para o ordenamento social brasileiro, para nossa convivência cotidiana na luta pela defesa de nossos interesses mais legítimos. Não à toa o senso comum recomenda: “Religião e política não se discutem!”, dado o potencial explosivo desses dois temas que, na verdade, são mais que temas, posições pelas quais se vive e se morre na longa duração da história humana.

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Está na faculdade de Letras?

Está na faculdade de Letras?

Cinco livros de cabeceira para quem é estudante de Letras

Presente nas universidades brasileiras,  Letras é uma graduação para quem gosta muito de ler e escrever. Com duração de aproximadamente 4 a 5 anos para os cursos presenciais, a graduação – que geralmente é divida em bacharelado e licenciatura – prepara o estudante para atuar como professor na sala de aula dos ensinos fundamental e médio.

 

Ser professor, porém, não é a única opção de carreira dos estudantes do curso de Letras: também é possível trabalhar como editor, revisor, copidesque, intérprete, tradutor, redator ou escritor.

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Novos letramentos e o impacto das mídias digitais no ensino

Novos letramentos e o impacto das mídias digitais no ensino

Novas práticas de letramentos

Durante as últimas décadas, temos observado desenvolverem-se novas práticas de letramento e novas maneiras de estabelecermos participações sociais, das quais as escolas não podem, não devem ficar de fora.

Chama-nos a atenção o fato de que essas novas construções são desenvolvidas normalmente por jovens, apoiados em ferramentas digitais de edição, pós-produção (de imagem, vídeo e áudio) e por formas de distribuição independente.

Esses jovens, a partir de suas próprias necessidades e objetivos, desenvolvem novas maneiras de criar, distribuir e negociar significados, nas quais se confundem os papéis de leitor, espectador e, de maneira híbrida, constroem produções como as que vemos disseminadas em redes sociais como Facebook, Twitter e YouTube (veja exemplos abaixo).

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Por que estudar Filosofia da Linguagem?

Por que estudar Filosofia da Linguagem?

O estudo da Filosofia da Linguagem

Pais ouvem com admiração as primeiras palavras, os balbucios de seus bebês. A sensação é a de que se trata de um ser já capaz de algum tipo de comunicação. Pois bem, os signos, os sinais, os meios para significar algo, a compreensão dos múltiplos sentidos que nos permitem relações com outras pessoas, isso tudo seria impossível sem a capacidade de falar. Para poder raciocinar, pensar, analisar, e mesmo utilizar os sentidos e sensações pela nossa presença no mundo, pelo nosso corpo, em tudo isso e muito mais, lá está ela, a linguagem.

A Filosofia da Linguagem tem por objetivo refletir sobre os vários aspectos da linguagem, tais como o uso para significar nossas intenções e propósitos, nos situarmos na comunidade linguística, referirmo-nos ao mundo e ao que nos cerca. Mas, pergunta-se o filósofo, como se dá esse processo? Podemos pensar sem a linguagem? Quais são as escolas de pensamento e os principais filósofos que se dedicam ou se dedicaram à reflexão sobre os signos, qual são as funções da linguagem, o incrível poder das palavras para comunicar em tantas e tão variadas ações humanas?

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“Não sei falar português!”

“Não sei falar português!”

Guia básico do português brasileiro

A Parábola Editorial é uma editora comprometida, desde sua fundação, com a língua portuguesa do Brasil, com o português brasileiro.

Um pouco pelo fato de Marcos Bagno ter figurado entre os três sócios originais da casa [na companhia de Andréia Custódio e Marcos Marcionilo] e de ter continuado como autor e “sócio afetivo” depois de sua saída da sociedade, ainda em 2002; um pouco pelas inquietações teóricas do editor e muito pelo fato de a linguística brasileira, depois de mais de cinquenta anos de pesquisa [a linguística é matéria universitária desde 1962 entre nós], estar a ponto de dar frutos maduros de reflexão sobre nossa língua desde um ponto de vista teórico que não se pode e não se deve mais ignorar.

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Por que repensar a Linguística Aplicada?

Por que repensar a Linguística Aplicada?

Novos modos de teorizar e fazer Linguística Aplicada

 

A necessidade de repensar outros modos de teorizar e fazer Linguística Aplicada surge do fato de que uma área de pesquisa aplicada, na qual a investigação é fundamentalmente centrada no contexto aplicado (cf. Moita Lopes, 1998 e Gibbons et alii, 1994) onde as pessoas vivem e agem, deve considerar a compreensão das mudanças relacionadas à vida sociocultural, política e histórica que elas experienciam. O que não quer dizer que muito da pesquisa que se reconhece como Linguística Aplicada contemple a vida social, cultural, política e histórica.

 

Ao contrário, em muitos casos na Linguística Aplicada , pesquisa e vida social são como água e óleo: não se misturam. É assim que Phillipson & Skutnabb-Kangas (1986) criticam uma Linguística Aplicada que, mais do que passar ao largo das questões sociopolíticas, colabora na manutenção das injustiças sociais ao não situar seu trabalho nas contingências e vicissitudes sócio-históricas e ao não se indagar sobre os interesses a que seu trabalho serve.

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Profletras

Profletras

Professoras de língua portuguesa como protagonistas

O Mestrado Profissional em Letras (Profletras), em funcionamento desde 2013, constitui uma rede nacional mantida por 42 instituições federais e estaduais de ensino superior, com 49 unidades distribuídas pelas cinco regiões do país, sob a coordenação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Trata-se, provavelmente, da mais ousada iniciativa de formação de professoras de língua portuguesa da rede pública, em nível de pós-graduação stricto sensu, já realizada neste país. Mais de 700 mestrandas já foram formadas e cerca de 1.500 outras fazem hoje do Profletras um dos maiores programas de pós-graduação brasileiros.

As alunas do Profletras são as melhores mestrandas que um professor pode ter a honra de orientar e as turmas do Profletras são as melhores turmas com quem se pode trabalhar. Digo isso sem demérito algum para os estudantes de dois outros programas, acadêmicos, nos quais tive a oportunidade de lecionar e orientar.
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5 dicas de como ajudar seu filho a se preparar para a redação do ENEM

5 dicas de como ajudar seu filho a se preparar para a redação do ENEM

A famigerada redação do ENEM, você estará preparado com estas dicas.

 

O momento da redação do ENEM, assim como a redação da prova dos vestibulares (das universidades que têm seus próprios exames) é decisivo hoje para a entrada em uma boa universidade. Se a escola prepara os jovens para a escrita desses textos, em casa, os pais também podem dar uma mãozinha.  Seguem algumas dicas importantes.

 

1- O TEMA e a LEITURA

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Gramáticas do português: a produção brasileira de ontem e de hoje

Gramáticas do português: a produção brasileira de ontem e de hoje
A gramatização da língua portuguesa no Brasil, das origens aos nossos dias

 

Diversos estudos têm mostrado que, no Brasil, a produção de gramáticas da língua portuguesa esteve sempre sujeita ao modelo greco-latino, e ainda hoje revela diversos traços caracterizadores desse modelo.

 

As mudanças que podem ser identificadas ao longo de nosso processo de gramatização – como na passagem do viés filosófico ao científico, no final do século XIX, ou a partir do advento da “virada linguística”, na segunda metade do século XX – não foram suficientes para alterar aquele modelo. Embora já no final do século XVI a língua falada no Brasil mostrasse traços evidentes de um distanciamento em relação à língua falada em Portugal, somente no século XIX a diferença entre as modalidades brasileira e europeia do português ganhou visibilidade, e a discussão acerca dessas diferenças é algo que se estende, com nuances e graus de intensidade diversos, até os dias de hoje.

 

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