Blog da Parábola Editorial

Professores brasileiros vivem perigosamente

Professores brasileiros vivem perigosamente

Espécie em extinção (parte 2)

 

O Brasil saiu da “iminência de não ter” professores suficientes nas escolas para “a dura realidade de já não os ter”.

Vamos retomar aqui um dos fatores de deserção que mais me têm chamado a atenção: as condições efetivas de trabalho dos docentes.

A seguir, alguns casos recolhidos.

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Professor de educação básica

Professor de educação básica

Espécie em extinção?

A imprensa vive de surtos. Não só no Brasil, mas em todo o mundo, somos soterrados com a mesma notícia em todos os meios de comunicação, por dias a fio, até que ela perca força e interesse. São “barracos” no Supremo Tribunal Federal, escândalos no Congresso Nacional (escândalos no Congresso Nacional? Nossa! Nunca vi isso antes...). Mas, no meio desses dois temas viróticos, há um, sempre disfarçado, que nos chama muito a atenção: existe uma infinidade de salas de aula sem professores de educação básica país afora. “Infinidade”, aqui, não é modo de dizer:

De acordo com relatório do TCU (Tribunal de Contas da União), com o apoio de tribunais de contas de 25 estados e Distrito Federal, havia, em 2014, carência de 32 mil professores com formação específica nas doze disciplinas obrigatórias do ensino médio, num quadro que tem no total cerca de 400 mil docentes. O problema mais grave é nas áreas de física (10 mil), química (4,8 mil) e sociologia (4,6 mil). Além de professores sem formação específica, há ainda 30% de docentes que são contratados de forma temporária, sendo que em alguns estados esse patamar é acima de 50%.

O trabalho ainda aponta que há 40 mil professores em atividade administrativa, além de outros 5 mil cedidos a órgãos fora do sistema educacional e outros 16 mil afastados. Para o TCU, uma melhor organização dos estados e do governo federal poderia melhorar a gestão desse problema1.

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Dez razões para usar as tecnologias digitais em sala de aula

Dez razões para usar as tecnologias digitais em sala de aula

O uso das tecnologias digitais em sala de aula

As tecnologias digitais estão definitivamente integradas em nossas vidas e ninguém mais tem dúvidas da necessidade de sua integração em nossas práticas pedagógicas. No livro Letramentos digitais, Dudeney, Hockly e Pegrum (2016) defendem que professores e alunos necessitam adquirir quatro tipos de letramento digital. O primeiro está relacionado ao uso da linguagem para comunicação, incluindo a utilização de celulares; o segundo visa tanto à busca quanto à filtragem de informação; o terceiro diz respeito às conexões como a participação em redes sociais, entre outros tipos de conexão; e o último inclui o (re-)desenho ou remix, como por exemplo, usar editor de imagens, inserir voz ou legendas em um filme com outro sentido, fazer montagens de textos e imagens etc.

Muitos são os motivos para usarmos as tecnologias digitais em sala de aula e o principal deles, em minha opinião, é o fato de fazerem parte de nossa vida cotidiana, pois os computadores, tabletes e celulares conectados à Internet se tornaram uma extensão de nós mesmos. A sala de aula não pode ignorar esses novos hábitos mediados pela Internet. 

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