Blog da Parábola Editorial

Português brasileiro e sociedade no Brasil

Português brasileiro e sociedade no Brasil

 

PORTUGUÊS BRASILEIRO E SOCIEDADE NO BRASIL: debate histórico e político

 

 

DICIONÁRIO CRÍTICO DE SOCIOLINGUÍSTICA, de Marcos Bagno, e HISTÓRIA SOCIO POLÍTICA DA LÍNGUA PORTUGUESA, de Carlos Alberto Faraco, foram lançados em evento no Memorial da América Latina.

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CURSO DE LETRAS? PRA QUÊ?

CURSO DE LETRAS? PRA QUÊ?

 

Os nossos cursos de Letras

 

Vou começar essa conversa com uma afirmação clara e simples: a situação dos nossos cursos de Letras é catastrófica. Qualquer um: seja de universidade pública prestigiada em grande capital, seja de pequena faculdade isolada no sertão, a diferença é pouca. É doloroso ter que admitir isso. É angustiante, para uma pessoa apaixonada pelo estudo da linguagem em todas as suas manifestações, ter de escrever essas palavras: os nossos cursos de Letras são uma catástrofe. Por quê?

 

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LÍNGUA PORTUGUESA

LÍNGUA PORTUGUESA

 

Desconstrua seus mitos de linguagem. Já passou da hora!

 

O que eu chamo de “mitos de linguagem” são ideias preconcebidas – e, em sua maioria, equivocadas – sobre a língua portuguesa ou sobre as línguas em geral. No livro que acaba de ser publicado pela Parábola Editorial (Mitos de linguagem), tento desconstruir 10 mitos de linguagem, como os seguintes:

As mulheres falam demaisA gramática do português não tem lógicaNinguém fala o português corretoA língua portuguesa é uma das mais difíceis do mundoTodo mundo tem sotaque, menos euA língua dos índios é muito rudimentarDepois de adulto, é praticamente impossível aprender uma nova línguaOs animais têm uma forma de comunicação tão complexa quanto a nossa

 

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Língua Portuguesa e a excessiva busca de correção

Língua Portuguesa e a excessiva busca de correção

10 MANDAMENTOS +1 PARA EXORCIZAR A HIPERCORREÇÃO

 

“Ultracorreção: fenômeno que se produz quando o falante estranha, e interpreta como incorreta uma forma correta da língua e, em consequência, acaba trocando-a por uma outra forma que ele considera culta; nessa busca excessiva de correção […], nota-se em geral o temor do falante de revelar uma classe de origem socialmente discriminada; hipercorreção, hiperurbanismo” (Dicionário Houaiss da língua portuguesa).

 

Não usarás o verbo possuir

Em 99% dos casos, o querido e meigo verbo ter resolve a situação. Nos demais casos, dê uma paquerada no complemento, namore o objeto direto e veja qual verbo combina melhor com ele. Por exemplo, uma fábrica não “possui” encomendas de um modelo novo de carro: ela recebe encomendas. Ninguém “possui” dores nas costas: a gente sente/sofre/padece de dores nas costas. Uma cidade não “possui” problemas de transporte público: ela exibe/apresenta/ostenta problemas de transporte público… e por aí vai. O problema não é o verbo em si, mas a tendência que muitas pessoas exibem de querer usar possuir na crença de que é mais “sofisticado” ou “mais chique” e, por causa disso, de querer empregar o verbo dez ou doze vezes por página! Melhor é não usar nunca.

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Linguística contemporânea

Linguística contemporânea

Relativa cortadora: Que história é essa?

Recentemente, folheando a revista de bordo da Azul, topei com uma página inteira de propaganda da própria empresa que trazia, no alto e em letras bem grandes, a seguinte frase: “Você acumula pontos todos os meses para fazer aquela viagem que sonha todos os dias”. Claro que na mesma hora guardei a revista na mochila para incluir o achado no meu banco de dados. Por quê? Porque é um indício de uma mudança linguística que já se completou. Como assim?

Desde os anos 1970, diversos linguistas brasileiros vêm se dedicando a estudar o fenômeno chamado estratégias de relativização. As orações iniciadas por um pronome relativo (que, cujo, o qual etc.) são rotuladas tradicionalmente de “orações adjetivas”, mas na pesquisa linguística contemporânea recebem o nome de orações relativas. Quando o verbo é transitivo direto, tudo se passa sem nenhuma surpresa: “O carro que comprei é vermelho”. Mas quando o verbo é transitivo indireto, ou seja, quando o complemento desse verbo é introduzido por uma preposição, a coisa muda de figura. Onde a prescrição tradicional exigiria, por exemplo: “Ninguém imagina os problemas por que / pelos quais eu tenho passado”, o que de fato ouvimos (e lemos) é: “Ninguém imagina os problemas que eu tenho passado”. Onde foi parar a preposição? Ela foi apagada ou cortada, justamente por isso essa construção é chamada de relativa cortadora.

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LUIZ ANTÔNIO MARCUSCHI

LUIZ ANTÔNIO MARCUSCHI

Sem tristeza, com muita saudade

 

A Parábola Editorial presta homenagem ao nosso autor, Luiz Antônio Marcuschi,  valendo-se das palavras de seus amigos e também nossos autores diante de sua partida....

 

 

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5 livros infantojuvenis para incentivar seu filho adolescente a ler mais

5 livros infantojuvenis para incentivar seu filho adolescente a ler mais

Separamos alguns livros infantojuvenis de nosso catálogo para

incentivar a leitura entre os adolescentes

 

Com tantos aplicativos, jogos e redes sociais sendo lançados a todo o momento, ler uma matéria no Publishnews e saber que o número de leitores no Brasil aumentou e que o número de leitores adolescentes – fãs de livros infantojuvenis –, também cresceu é animador.

 

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Português ou brasileiro? Português brasileiro!

Português ou brasileiro? Português brasileiro!
A definição da nossa língua: português ou brasileiro

 

Logo depois da Independência, em 1822, alguns intelectuais começaram a divulgar a ideia de que era preciso também proclamar a “independência linguística” do Brasil. Afinal, deveríamos chamar nossa língua de português ou brasileiro?

 

Um dos nomes mais conhecidos dessa fase é o do escritor José de Alencar (1829-1877), autor de Iracema e de O Guarani. O conceito era muito simples: já que o Brasil não pertencia mais a Portugal e era agora uma nação autônoma, independente, a língua também tinha que ser autônoma, independente. E muitas pessoas chegaram mesmo a propor o nome “brasileiro” ou “língua brasileira”.

 

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O que é linguística?

O que é linguística?
Linguística, segundo Marcos Bagno

 

A linguística é a ciência que estuda a linguagem humana em geral e as línguas humanas particulares. Esse movimento que oscila entre o geral e o particular se explica de modo fácil: como a espécie humana é uma só, dotada dos mesmos recursos cognitivos e das mesmas configurações fisiológicas, e obrigada a resolver os mesmos problemas de representação/expressão da experiência/conhecimento, é mais do que seguro apostar que existam traços comuns a todas as línguas humanas – e de fato existem.

 

Por outro lado, como os diferentes grupos humanos vivem em ambientes ecológicos diferentes, em climas diferentes, tendo de se valer de recursos naturais diferentes e, principalmente, constituem culturas diferentes, cada língua humana deve apresentar características próprias, específicas, peculiares – e de fato apresentam.

 

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Opinião de quem já recebeu sua gramática

Opinião de quem já recebeu sua gramática

Comunico-lhe que recebi o livro (Gramática de Bolso do Português Brasileiro, de Marcos Bagno) comprado na Parábola ontem, dia 25/04/13. Tudo correu muito bem. Fiquei muito feliz com a dedicatória feita pelo próprio autor. Párabéns pela excelente ideia.

 

Obrigado!

 

Luiz

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Conversa de gatos

Conversa de gatos

É bom poder dar início a uma nova fase editorial. Nova fase que aponta para um novo ciclo, para o diálogo com nova faixa de leitores:

Aos poucos, com o necessário cuidado, estamos iniciando o catálogo infantojuvenil da Parábola Editorial, com um claro objetivo: colaborar com a formação de leitores, juntar-nos aos esforços que se fazem em prol da disseminação da leitura.

Um modo efetivo de fazer isso é buscar publicar literatura de dar água na boca, lágrimas nos olhos, riso na face toda, tremores no corpo, capaz de atrair e emocionar novos leitores. Nossa intenção é que os jovens leitores encontrem no livro janelas por onde enxergar a riqueza de tanto mundos e construir toda uma vida. E que não parem de ler nunca mais! Seja em que suporte for. O fundamental é que leiam e que, pelas portas da literatura, entrem no universo em constante ampliação que é o universo da cultura.

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POR QUE ESTUDAR LITERATURA?

POR QUE ESTUDAR LITERATURA?

É preciso ensinar literatura? A pergunta pode parecer brutal. Mesmo assim, merece ser feita. Diante de currículos de ensino sobrecarregados, é legítimo reservar tempo ao estudo de textos de natureza incerta e cuja função não está clara?

Neste ensaio, Vincent Jouve demonstra o papel imprescindível dos estudos literários porque eles participam da consciência daquilo que somos e incidem sobre a formação do espírito crítico, motor de toda evolução cultural.

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