Blog da Parábola Editorial

Qual é a origem da língua portuguesa?

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O leitor Paulo Vieira enviou-me esta mensagem:

 

Ouvi-o na Prova Oral afirmar que a nossa língua vem do galego e estava agora a ler uma notícia do Público sobre os Lusíadas, a que fez referência no artigo da língua bastarda, e nessa notícia é dito que a obra tem uma forte influência do castelhano, língua que aparentemente era muito usada na corte.

Fiquei interessado e gostava de esclarecer quais as origens da nossa língua. Recomenda algum livro sobre o tema?

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VOCABULÁRIO DO PORTUGUÊS

VOCABULÁRIO DO PORTUGUÊS

 

(VOC) - mais do que mera lista de palavras

 

O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (AO) de 1990 previu a elaboração de um vocabulário ortográfico comum. Sua elaboração é, portanto, uma consequência natural do AO e deve ter caráter ecumênico. Ou seja, um vocabulário ortográfico não apenas nacional – como até 1990 – mas um instrumento geral consolidador da ortografia definida pelo AO e representativo de todos os países de língua oficial portuguesa.

 

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Quem é o pai da Língua Portuguesa?

Quem é o pai da Língua Portuguesa?

ENTRE A MEMÓRIA E A LINGUÍSTICA HISTÓRICA

 

 

O homem, em sua incessante busca por respostas, deparou-se com diversos questionamentos, que fazem parte de sua natureza “investigativa”. Essa eterna necessidade de conhecer e estabelecer ligações apresenta diversas facetas e o levou a inúmeras descobertas, de grande importância para sua existência. 

 

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Língua Portuguesa e a excessiva busca de correção

Língua Portuguesa e a excessiva busca de correção

10 MANDAMENTOS +1 PARA EXORCIZAR A HIPERCORREÇÃO

 

“Ultracorreção: fenômeno que se produz quando o falante estranha, e interpreta como incorreta uma forma correta da língua e, em consequência, acaba trocando-a por uma outra forma que ele considera culta; nessa busca excessiva de correção […], nota-se em geral o temor do falante de revelar uma classe de origem socialmente discriminada; hipercorreção, hiperurbanismo” (Dicionário Houaiss da língua portuguesa).

 

Não usarás o verbo possuir

Em 99% dos casos, o querido e meigo verbo ter resolve a situação. Nos demais casos, dê uma paquerada no complemento, namore o objeto direto e veja qual verbo combina melhor com ele. Por exemplo, uma fábrica não “possui” encomendas de um modelo novo de carro: ela recebe encomendas. Ninguém “possui” dores nas costas: a gente sente/sofre/padece de dores nas costas. Uma cidade não “possui” problemas de transporte público: ela exibe/apresenta/ostenta problemas de transporte público… e por aí vai. O problema não é o verbo em si, mas a tendência que muitas pessoas exibem de querer usar possuir na crença de que é mais “sofisticado” ou “mais chique” e, por causa disso, de querer empregar o verbo dez ou doze vezes por página! Melhor é não usar nunca.

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Por que a sociedade precisa de professores e professoras (bem)formados em Letras?

Por que a sociedade precisa de professores e professoras (bem)formados em Letras?

Estudo da língua e fenômenos linguísticos

 

A reflexão sobre as línguas não é nova, é milenar, mas seu estudo cientificamente embasado é extremamente jovem, acaba de completar um século. Sobre as línguas, e sobre a língua portuguesa, em particular, reina ainda muita ignorância. Sabe-se bastante sobre a estrutura gramatical da língua, mas pouco sobre os fenômenos sociais de uso dessa língua. Estes clamam por explicações bem fundamentadas na ciência, e não apenas guiadas por juízos de valor subjetivos e dogmáticos.

Apesar de que muitos se queixam da dificuldade de aprender as regras da gramática normativa da língua portuguesa e até, por causa disso, pensam que “não sabem” português, o maior problema nessa área é a ignorância sobre as funções sociais da língua. Por incrível que pareça, nem os intelectuais e profissionais da mídia de maior destaque na sociedade brasileira demonstram compreender efetivamente o que é e como funciona uma língua. Talvez por isso mesmo é que Sírio Possenti diz que esses profissionais leem as gramáticas como fundamentalistas leem seus livros sagrados, ou seja, procurando identificar neles os erros dos infiéis, a fim de condená-los ao fogo do inferno.

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Português ou brasileiro? Português brasileiro!

Português ou brasileiro? Português brasileiro!
A definição da nossa língua: português ou brasileiro

 

Logo depois da Independência, em 1822, alguns intelectuais começaram a divulgar a ideia de que era preciso também proclamar a “independência linguística” do Brasil. Afinal, deveríamos chamar nossa língua de português ou brasileiro?

 

Um dos nomes mais conhecidos dessa fase é o do escritor José de Alencar (1829-1877), autor de Iracema e de O Guarani. O conceito era muito simples: já que o Brasil não pertencia mais a Portugal e era agora uma nação autônoma, independente, a língua também tinha que ser autônoma, independente. E muitas pessoas chegaram mesmo a propor o nome “brasileiro” ou “língua brasileira”.

 

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Os 7 livros que todo professor de português procura

Os 7 livros que todo professor de português procura
Se você é professor de português, não deixe de conhecer estes títulos

 

Todos os professores têm aquele seu livro preferido, muitos até têm dificuldade em escolher dentre tantos. Mesmo na era dos blogs e conteúdos digitais, nada é tão prazeroso do que um belo livro nas mãos. Para o professor de português, propagar o conhecimento da disciplina na sala de aula é algo de suma importância. E ter/promover fácil acesso a livros que garantam boa leitura e base sólida para o aprendizado é ainda mais importante.

 

De acordo com os dados das vendas da editora e também de acordo com a fonte: site da revista Nova Escola, selecionamos os 7 títulos da Parábola Editorial mais procurados pelos professores de língua materna (língua portuguesa):

 

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O português brasileiro está na moda

O português brasileiro está na moda
Estes livros provam por que é a hora e a vez do português brasileiro!

 

Língua materna como patrimônio

A língua materna é patrimônio de todos os seus falantes. Todos os linguistas já sabem que não são eles os únicos “especialistas” em língua, os únicos a poderem ter voz quando o assunto são questões linguísticas, porque todo falante se sente — e é! — dono e senhor da língua na qual se constrói a cada dia como sujeito falante.

 

Os gramáticos tradicionais talvez devessem chegar a essa mesma convicção para serem menos anacrônicos e menos nocivos ao ensino de língua nas escolas. E os editores em todos os nichos bem que poderiam prestar atenção a esse fato — o falante é senhor da língua — na produção e divulgação de seus livros.

 

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Português no século XXI

Português no século XXI

PREFÁCIO

José Luiz Fiorin

O homem sorriu (ou pelo menos assim julguei) e, levantando o dedo como para admoestar, disse:

— Penitenciagite! Vide quando draco venturus est para roê-la a tua alma! A mortz est super nos! Reza que vem o papa santo para livrar-nos a malo de todas as peccata! Ah, ah, gostais d’ista necromancia de Domini Nostri Iesu Christi! Et mesmo jois m’es dols e plazer m’es dolors… Cave el diablo! Semper m’espreita em qualquer canto para me ferrar os calcanhares. Mas Salvador non est insipiens! Bonum monasterium, e aqui se manja e se roga dominum nostrum. Et el resto valet um figo seco. Et amen. No? (Umberto Eco, O nome da rosa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1983: 34).

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