Blog da Parábola Editorial

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10 livros que não podem faltar na estante do professor de Língua Portuguesa

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Multiletramentos na escola de Roxane Rojo

Hoje, qualquer um edita um áudio ou um vídeo em casa, produz animações de boa qualidade, constrói objetos e ambientes tridimensionais, combinados com textos e imagens paradas, adiciona música e voz e produz trabalhos muito além do que qualquer editora ou estúdio de cinema poderia fazer até alguns anos atrás.

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Gramática Pedagógica do Português Brasileiro de Marcos Bagno

Essa obra pretende contribuir para a formação docente, para que as professoras e os professores de português e de outras disciplinas conheçam mais profundamente e com melhores bases teóricas o seu objeto de trabalho, o português brasileiro.

As propostas contemporâneas de educação em língua materna rejeitam veementemente o tradicional “ensino de gramática”, no qual a maior parte do tempo dedicado às aulas de língua era gasto com fixação de nomenclatura e análises de frases soltas e descontextualizadas.

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História sociopolítica da língua portuguesa de Carlos Alberto Faraco

São muitas as perspectivas pelas quais se pode investigar a história de uma língua. A mais comum tem sido a que procura descrever as mudanças dos diversos subsistemas que compõem sua organização estrutural — sua fonologia, sua sintaxe, sua morfossintaxe e seu léxico. 

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Letramentos de reexistência: Poesia, Grafite, Música, Dança: Hip-hop de Ana Lúcia Silva Souza

Este livro aponta para a diversidade de práticas letradas que conformam a realidade brasileira e confronta as grandes desigualdades existentes entre grupos, segundo sua origem social, escolaridade, inserção profissional, faixa etária, gênero, raça. Mostra também que a compreensão dessa complexidade e, principalmente, as possibilidades de mudança nas práticas letradas dos sujeitos são reais.

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Políticas da norma e conflitos linguísticos de Xoán Carlos Lagares e Marcos Bagno 

As línguas são vistas neste livro como instituições sociais, como objetos de debates e polêmicas políticas. Como esse debate sobre a norma tem adquirido uma considerável dimensão no Brasil, e sua relevância política não pode ser escamoteada, esperamos que tanto a apresentação de diferentes processos de construção linguística, quanto os esclarecedores capítulos dedicados especificamente ao debate normativo no país, possam contribuir para a compreensão das polêmicas atuais sobre a língua portuguesa na sociedade brasileira, com a convicção de que, nesse debate, a última palavra ainda não foi (e nem será) dita.

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Por uma linguística aplicada indisciplinar de Luiz Paulo da Moita Lopes [org.]

Esse livro focaliza novas possibilidades de teorizar e fazer linguística aplicada, na intenção de familiarizar pesquisadores, professores, alunos de graduação e pós-graduação com a perspectiva de estudiosos que operam fora do cânon da linguística aplicada tradicional. As questões que ele focaliza se distanciam da linguística aplicada, que ainda se entende como área exclusivamente centrada em práticas de ensino/aprendizagem de línguas, com forte dependência da linguística.

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Lutar com palavras: coesão e coerência de Irandé Antunes

É comum ouvir referências muito vagas à coesão e à coerência, mas elas constituem um terreno vago, para onde vamos jogando tudo o que não sabemos explicar bem:

Diante daquele texto meio ruim, não muito bem formulado, não muito claro, recorremos a uma área geral, sem contornos, onde cabe tudo e tudo se acomoda. E, aí, dizemos: falta coesão; ou o texto não tem coerência.

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Libras de Ronice Müller de Quadros

Língua brasileira de sinais, mais conhecida como Libras, é a língua usada pela comunidade surda brasileira, que inclui tanto pessoas surdas, como outros interessados, como você. A Libras, usada em todo o território nacional, é uma língua reconhecida por meio da lei e por todos os seus usuários.

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Da redação à produção textual: o ensino da escrita de Paulo Coimbra Guedes

O exame das redações escolares revela que a escola ensina a escrever redação escolar, um conjunto de palavras organizadas em frases dispostas em forma de texto com a intenção única de: reproduzir um padrão de linguagem; reproduzir um modelo de organização das partes em que se deve dividir a exposição; reproduzir um conjunto de ideias alheias tiradas de um repertório comum. E por que apenas reproduzir? Porque a escola deixou bem claro que esse padrão de linguagem, esse modelo de organização das partes e esse conjunto de ideias são os únicos que ela aceita.

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A gramática passada a limpo: conceitos, análise e parâmetros de Maria Helena de Moura Neves

 

A linguagem se produz em interação. Toda pessoa que usa a linguagem usa-a numa determinada situação de interlocução, e usa-a para falar (ou escrever) de alguma coisa para alguém. Tem-se aí a “linguagem”, que podemos definir como linguagem do conhecimento e da apreciação de um mundo. Mas as pessoas também usam a linguagem para falar da própria linguagem, de seu funcionamento, ou seja, para falar da “gramática” que opera a produção de sentido dos textos, e nessa atividade, elas estão mergulhando no mecanismo que rege o mundo da linguagem, suas entidades, suas relações.

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Pode se falar de evolução da língua?
Norma culta brasileira
 

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Segunda, 21 Setembro 2020
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