Blog da Parábola Editorial

Vilson J. Leffa é atualmente Professor Titular da Universidade Católica de Pelotas. Doutorou-se em Linguística Aplicada pela Universidade do Texas em 1984 e trabalhou na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Como professor e pesquisador tem atuação nas áreas acadêmica, de formação de recursos humanos e de gestão científica. Na área acadêmica, tem cerca de 50 artigos em periódicos, 30 capítulos de livro, 10 livros organizados e mais de 100 trabalhos publicados em anais, tratando de temas voltados para a educação como autonomia da aprendizagem, ensino da leitura, produção textual, o léxico na aprendizagem de línguas, interação na sala de aula, produção de materiais didáticos, política de línguas e formação de professores. Mais recentemente concentrou-se no estudo das novas tecnologias no ensino de línguas, incluindo a produção de objetos digitais de aprendizagem e o ensino a distância. Tem efetiva inserção internacional, incluindo não só a publicação de trabalhos nos Estados Unidos, Reino Unido e outros países, mas também o desenvolvimento de projetos com pesquisadores renomados da área, tanto na Inglaterra como nos Estados Unidos; de 2009 a 2010, foi pesquisador visitante da Universidade da Califórnia em Irvine. Na área de formação de recursos humanos, orientou 8 teses de doutorado, mais de 40 dissertações de mestrado e vários trabalhos de iniciação científica; contribuiu para a formação de líderes de pesquisas que atualmente atuam em outras universidades com projetos cadastrados nos grupos de pesquisas do CNPq e com quem mantém constante interlocução; coordenou e ministrou inúmeros cursos a distância para professores de línguas sobre a produção de objetos digitais de aprendizagem; contribuiu para a divulgação do saber na área de atuação com a organização do CD-ROM Textos em Linguística Aplicada (TELA), em quatro edições, sendo a última com mais de 5.000 textos completos, incluindo 23 anais de congressos, 22 livros, todas as edições de Linguagem & Ensino, 214 dissertações de mestrado e 170 teses de doutorado. Na área de gestão científica e acadêmica, foi duas vezes presidente da Associação de Linguística Aplicada do Brasil (ALAB), atuou como coordenador da área de Artes e Letras na FAPERGS, foi duas vezes avaliador do Plano Nacional do Livro Didático em língua estrangeira; coordenador do GT de Linguística Aplicada da ANPOLL, líder de grupo de pesquisa do CNPq; criou o Periódico Linguagem e Ensino, e foi durante muitos anos seu editor científico; organizou vários congressos na área da Linguística Aplicada e tem atuado como parecerista de inúmeros periódicos e avaliador de projetos de pesquisa para órgãos de fomento, incluindo FAPs de diversos estados, CAPES e CNPq; participou de inúmeras bancas de trabalhos de conclusão e de comissões julgadores para concurso de professores e avaliações de cursos em vários estados do Brasil.

Língua portuguesa: tecnologia e ensino

Língua portuguesa: tecnologia e ensino
Do eu lírico à selfie

 

Meu objetivo específico neste pequeno texto é refletir sobre o uso da selfie no ensino da língua portuguesa. Para isso, desenvolvo a seguinte tese:

(1) todos falam de si;

(2) falar de si não é uma atividade superficial;

(3) falar de si ajuda na aprendizagem da língua.

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