Blog da Parábola Editorial

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Doutorando em Linguística Histórica, pela Universidade Federal da Bahia. Mestre em Estudos Linguísticos, pela Universidade Estadual de Feira de Santana, com bolsa da CAPES, e graduado em Letras pela mesma universidade. Debruça-se sobre a pesquisa na área de Linguística Histórica. Coordena o curso de Leitura e Produção de Textos, no Programa...

Doutorando em Linguística Histórica, pela Universidade Federal da Bahia. Mestre em Estudos Linguísticos, pela Universidade Estadual de Feira de Santana, com bolsa da CAPES, e graduado em Letras pela mesma universidade. Debruça-se sobre a pesquisa na área de Linguística Histórica. Coordena o curso de Leitura e Produção de Textos, no Programa Portal (Extensão universitária/UEFS). Possui experiência como professor de Língua Portuguesa no ensino médio das redes pública e privada e de professor de Linguística, na UEFS (Campus Lençóis - Formação de professores). Integra os projetos de pesquisa Programa para a História da Língua Portuguesa - PROHPOR (UFBA) e a equipe baiana do Programa Para a História do Português Brasileiro (PHPB-Ba), além do Tycho Brahe (Unicamp).

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LINGUÍSTICA HISTÓRICA

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 A QUE SERÁ QUE SE DESTINA?

  

Tradicionalmente, conceitua-se a linguística histórica como o campo da linguística que trata de interpretar mudanças no devir temporal, em diferentes níveis de análise linguística. A professora Rosa Virgínia Mattos e Silva (2008: 8-9), para além dessa conceituação, propôs, na introdução do livro Caminhos para a linguística histórica: ouvir o inaudível, que se podem admitir duas grandes vertentes desse campo de estudos: uma linguística histórica lato sensu, que contempla quaisquer trabalhos que se debrucem sobre estudos com dados datados e localizados, e uma linguística histórica stricto sensu, que é aquela que se debruça sobre o estudo da mudança linguística.

 

No mesmo texto, ao responder à questão “qual a relação entre linguística histórica e linguística teórica?”, Mattos e Silva dá o exemplo do PROHPOR (Programa Para a História da Língua Portuguesa), sediado na UFBA. A autora conta que, para que o referido programa de pesquisa, fundado por ela, superasse a questão “que linha teórica seguir?”, optou-se não pelo ecletismo teórico, que seria uma mescla ingênua de teorias mesmo irreconciliáveis, mas por heterodoxos, isto é, diferentes bases teóricas (sempre com coerência e consistência, é claro) poderiam ser utilizadas a fim de reconstituir a sócio-história do português brasileiro.

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