Blog da Parábola Editorial

Por que estudar Filosofia da Linguagem?

Por que estudar Filosofia da Linguagem?

O estudo da Filosofia da Linguagem

Pais ouvem com admiração as primeiras palavras, os balbucios de seus bebês. A sensação é a de que se trata de um ser já capaz de algum tipo de comunicação. Pois bem, os signos, os sinais, os meios para significar algo, a compreensão dos múltiplos sentidos que nos permitem relações com outras pessoas, isso tudo seria impossível sem a capacidade de falar. Para poder raciocinar, pensar, analisar, e mesmo utilizar os sentidos e sensações pela nossa presença no mundo, pelo nosso corpo, em tudo isso e muito mais, lá está ela, a linguagem.

A Filosofia da Linguagem tem por objetivo refletir sobre os vários aspectos da linguagem, tais como o uso para significar nossas intenções e propósitos, nos situarmos na comunidade linguística, referirmo-nos ao mundo e ao que nos cerca. Mas, pergunta-se o filósofo, como se dá esse processo? Podemos pensar sem a linguagem? Quais são as escolas de pensamento e os principais filósofos que se dedicam ou se dedicaram à reflexão sobre os signos, qual são as funções da linguagem, o incrível poder das palavras para comunicar em tantas e tão variadas ações humanas?

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“Não sei falar português!”

“Não sei falar português!”

Guia básico do português brasileiro

A Parábola Editorial é uma editora comprometida, desde sua fundação, com a língua portuguesa do Brasil, com o português brasileiro.

Um pouco pelo fato de Marcos Bagno ter figurado entre os três sócios originais da casa [na companhia de Andréia Custódio e Marcos Marcionilo] e de ter continuado como autor e “sócio afetivo” depois de sua saída da sociedade, ainda em 2002; um pouco pelas inquietações teóricas do editor e muito pelo fato de a linguística brasileira, depois de mais de cinquenta anos de pesquisa [a linguística é matéria universitária desde 1962 entre nós], estar a ponto de dar frutos maduros de reflexão sobre nossa língua desde um ponto de vista teórico que não se pode e não se deve mais ignorar.

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Sociolinguística em sala de aula

Sociolinguística em sala de aula

Como introduzir a Sociolinguística em sala de aula?

 

A Sociolinguística é um ramo dos estudos da linguagem que teve origem na chamada Linguística Estruturalista do século XX, mas que não adotou um de seus pressupostos herdados do suíço Ferdinand de Saussure (1857-1913) e influenciados por Émile Durkheim (1858-1917): o de que há que se fazer uma distinção entre o fato social, a língua, e sua manifestação, a fala. A primeira, por ser social e compartilhada  é homogênea e, portanto, podia ser estudada e descrita, enfatizando-se as oposições que se estabeleciam em seu interior. Já a fala seria a província da variação e era infensa a regularidades.

 

Os estudiosos que vieram a ser chamados de sociolinguistas estavam em busca de regularidades também na fala heterogênea, isto é, no uso que os indivíduos fazem da língua. Muitos deles simplesmente descartaram a dicotomia saussuriana língua e fala, bem como a outra, chomskiana, competência e desempenho, que faz uma releitura daquela.Tal busca emergiu principalmente nos Estados Unidos, nas décadas de 1960 e 1970, quando aquele país assistia às reivindicações da população afro-americana, que deram origem à postulação dos Direitos Civis, depois transformados em lei. Nesse contexto, é fácil entender por que  os primeiros trabalhos de Sociolinguística se voltaram à descrição da variedade do inglês usada pela população estigmatizada.  A intenção era demonstrar que tal variedade era regida por regras linguísticas sistemáticas e previsíveis, que podiam ser identificadas por meio de análises estatísticas, até então não utilizadas nos estudos da linguagem.

 

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LUIZ ANTÔNIO MARCUSCHI

LUIZ ANTÔNIO MARCUSCHI

Sem tristeza, com muita saudade

 

A Parábola Editorial presta homenagem ao nosso autor, Luiz Antônio Marcuschi,  valendo-se das palavras de seus amigos e também nossos autores diante de sua partida....

 

 

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Saussure e seu impacto sobre a linguística

Saussure e seu impacto sobre a linguística

100 anos depois de publicado o Curso de linguística geral

 

Comemoramos em 2016 o centenário da publicação do livro Curso de linguística geral (CLG) atribuído por seus organizadores-editores ao linguista genebrino Ferdinand de Saussure (1857-1913).

O livro foi composto por Charles Bally e Albert Sechehaye, ambos professores na Universidade de Genebra, com base nas notas de cadernos de alunos que haviam frequentado os três cursos de linguística geral dados por Saussure nos anos letivos de 1907, 1908-09 e 1910-11.

A partir dos últimos anos da década de 1920, o CLG começou a ter grande repercussão, primeiro em linguística (assentando as bases da linguística estrutural sincrônica) e, depois, em antropologia (pelas mãos de Claude Lévi-Strauss) e em psicanálise (por meio da releitura que Lacan fez do pensamento de Freud). Na década de 1960, o “efeito Saussure” alcançou os estudos de semiologia e de teoria literária.

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A 24ª Bienal do Livro de São Paulo começa hoje, dando início à maior festa do mercado editorial brasileiro

A 24ª Bienal do Livro de São Paulo começa hoje, dando início à maior festa do mercado editorial brasileiro

Em sua 24ª edição, a Bienal do Livro vai até o dia 04 de setembro na capital paulista

 

A Bienal Internacional do Livro de São Paulo chega à 24ª edição neste ano. A festa literária aconteceu pela primeira vez entre os dias 15 e 30 de agosto de 1970 e não tardou a se tornar a principal feira de livros do Brasil, conquistando mais e mais leitores a cada edição.

 

Há mais de 40 anos buscando promover a cultura e o acesso aos livros, a Bienal do Livro apresenta uma programação plural que abarcará as diferentes áreas do mercado editorial brasileiro. Livros universitários, literatura infantil, infantojuvenil, poesia, teatro – todas as categorias serão contempladas no evento. São 280 expositores ao todo nesta edição da feira.

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O médico e o monstro na web: um raôxis dos letramentos e da intolerância linguística

O médico e o monstro na web: um raôxis dos letramentos e da intolerância linguística
Caso de intolerância linguística entre médico e paciente reacendeu debate sobre os letramentos no Brasil

 

Todos sabemos que questões sociais e questões de linguagem estão ali, ó, juntinhas. Não é sem razão que o bafafá da última semana de julho, nas redes sociais e na web brasileira, tenha relação com um jovem médico que “debochou” de um paciente que “falava errado”. As aspas aqui têm mais de uma função, mas uma delas é retomar termos empregados por outros redatores. Uma pesquisa rápida no Google trará à sua tela diversas notícias, em veículos de imprensa maiores ou menores, relatando – mas não apenas isso – o caso de intolerância linguística ou de preconceito linguístico, para usar os termos respectivos de Marta Scherre e de Marcos Bagno, autores da Parábola.

 

Resumo da óperaO resumo da ópera é o seguinte: o jovem médico Guilherme Capel Pasqua, formado pela Unesp, funcionário do Hospital Santa Rosa de Lima, na cidade de Serra Negra, interior de São Paulo, atendeu um cidadão pouco estudado, isto é, uma pessoa “simples”, na quarta-feira, dia 27 de julho.

 

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Português ou brasileiro? Português brasileiro!

Português ou brasileiro? Português brasileiro!
A definição da nossa língua: português ou brasileiro

 

Logo depois da Independência, em 1822, alguns intelectuais começaram a divulgar a ideia de que era preciso também proclamar a “independência linguística” do Brasil. Afinal, deveríamos chamar nossa língua de português ou brasileiro?

 

Um dos nomes mais conhecidos dessa fase é o do escritor José de Alencar (1829-1877), autor de Iracema e de O Guarani. O conceito era muito simples: já que o Brasil não pertencia mais a Portugal e era agora uma nação autônoma, independente, a língua também tinha que ser autônoma, independente. E muitas pessoas chegaram mesmo a propor o nome “brasileiro” ou “língua brasileira”.

 

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Aposta certa para livreiros: o segmento de Letras e Linguística atrai leitores fiéis e apaixonados

Aposta certa para livreiros: o segmento de Letras e Linguística atrai leitores fiéis e apaixonados
Dentre todos os segmentos universitários, o de Letras e Linguística certamente é uma boa aposta para as livrarias de todo o Brasil

 

Apresentamos 5 motivos para você abrir hoje mesmo uma seção de Letras e Linguística na sua livraria:

 

1. Um universo mínimo de 400.000 potenciais compradores!

No Brasil há 1.687 cursos de graduação em Letras (licenciatura e bacharelado) presenciais habilitados pelo MEC, contando com 150.000 vagas. Há 112 cursos de ensino a distância, com 203.000 vagas. Existem 36 cursos de especialização em Letras presencial, com 17.500 vagas, e 3 cursos a distância cujo número de vagas é igual a 1.425. Além destes, existem 6 cursos de especialização em Linguística a distância (2.785 vagas), mais 79 cursos presenciais (32.000 vagas) e 4 cursos de graduação em Linguística (133 vagas).

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O mercado editorial para formação em Letras

O mercado editorial para formação em Letras
Veja os 10 livros da Parábola Editorial mais adotados nos cursos de Linguística e Letras de grandes universidades

 

Há quem escolha ler por hobby, outros escolhem ler por profissão. Alguns dos cursos mais procurados por quem gosta de ler são os de Linguística e Letras (Língua e/ou Literatura), além de Educação, Pedagogia e áreas afins. A carga de leitura desses cursos é alta, e as bibliografias indicadas pelos professores são de extrema importância para o devido acompanhamento das aulas e para um bom rendimento nos cursos escolhidos.

 

Não é nenhuma novidade que cada universidade tem seu plano de ensino, sua metodologia e seus “livros obrigatórios”. Em consonância com a instituição de ensino em que leciona, cada professor(a) apresenta uma ementa para sua disciplina, e lá constam os livros a serem utilizados durante o semestre.

 

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Gêneros textuais e ensino

Gêneros textuais e ensino
É possível praticar o trabalho com gêneros textuais em sala de aula?

 Por Luís Antônio Marcuschi

Tendo em vista que todos os textos se manifestam sempre num ou noutro Gênero textual, um maior conhecimento do funcionamento dos gêneros textuais é importante tanto para a produção como para a compreensão. Em certo sentido, é esta ideia básica que se acha no centro dos PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais), quando sugerem que o trabalho com o texto deve ser feito na base dos gêneros, sejam eles orais ou escritos. [E esta é também a proposta central dos ensaios da coletânea reeditada pela Parábola Editorial (2010), Gêneros textuais & ensino, que pretende] mostrar como analisar e tratar alguns dos gêneros mais praticados nos diversos meios de comunicação.

 

As observações teóricas expostas não só visam esclarecer conceitos como também apontar a diversidade de possibilidades de observação dos gêneros textuais. Por certo, não estamos aqui em condições de nos dedicar a todos os problemas envolvidos, mas é possível indicar alguns. Em especial, seria bom ter em mente a questão da relação oralidade e escrita no contexto dos gêneros textuais, pois, como sabemos, os gêneros distribuem-se pelas duas modalidades num contínuo, desde os mais informais aos mais formais e em todos os contextos e situações da vida cotidiana. Mas há alguns gêneros que só são recebidos na forma oral, apesar de terem sido produzidos originalmente na forma escrita, como o caso das notícias de televisão ou rádio. Ouvimos aquelas notícias, mas elas foram escritas e são lidas (oralizadas) pelo apresentador ou locutor.

 

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Introdução à linguística funcional: 10 conceitos básicos

Introdução à linguística funcional: 10 conceitos básicos
Mariangela Rios de Oliveira, coorganizadora de Linguística funcional: teoria e prática, explica o que é linguística funcional

 

O funcionalismo linguístico contemporâneo difere das abordagens formalistas — estruturalismo e gerativismo — primeiro por conceber a linguagem como um instrumento de interação social e segundo porque seu interesse de investigação linguística vai além da estrutura gramatical, buscando no contexto discursivo a motivação para os fatos da língua.

 

A abordagem funcionalista procura explicar as regularidades observadas no uso interativo da língua, analisando as condições discursivas em que se verifica esse uso. Os domínios da sintaxe, da semântica e da pragmática são relacionados e interdependentes. Ao lado da descrição sintática, cabe investigar as circunstâncias discursivas que envolvem as estruturas linguísticas e seus contextos específicos de uso.

 

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Sintaxe e semântica: torne-as suas aliadas

Sintaxe e semântica: torne-as suas aliadas
Reducionismos no estudo de sintaxe e semântica

 

Em geral, os estudos sobre as questões linguísticas na escola costumam reduzir demais os fatos – lexicais ou gramaticais –, tornando-os simplistas e, muitas vezes, falseados. Essa redução acontece de forma muito clara quando se trata de explorar as áreas da sintaxe e semântica. Comumente, as explicações se restringem a descrições abreviadas dos fatos, com ênfase na nomenclatura atribuída a eles. Além disso, tais fatos também sofrem um corte, limitando o alcance de suas funções na compreensão dos sentidos que se pretende expressar em situações reais da interlocução.

 

Por exemplo: nos programas escolares é comum que o estudo da sintaxe se restrinja às normas da concordância verbo-nominal. No que tange à questão da ‘colocação’ das palavras na sequência da frase, outro ponto da sintaxe, o tópico que tem merecido atenção se esgota no estudo da colocação dos pronomes, se vem antes, no meio ou depois do verbo. É comum, ainda, que o estudo da semântica se restrinja a umas poucas atividades em torno de sinônimos e de antônimos, com pouca consideração à condição polissêmica das palavras, ao uso generalizado e tão produtivo das metáforas e da metonímia. Nem mesmo os textos literários estimulam um estudo da semântica mais significativo.

 

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Como as linguagens digitais mudam o currículo escolar?

Como as linguagens digitais mudam o currículo escolar?
Roxane Rojo fala sobre a importância da compreensão das linguagens digitais no currículo escolar

 

No vídeo abaixo, Roxane Rojo participa do Leitura Digital, programa de experimentações de novas práticas de leitura digital em sala de aula produzido por Guten Educação - start-up voltada para educação com objetivo de estimular jovens ao hábito de leitura.

 

 

No vídeo, Roxane discorre sobre as características e principais diferenças entre o currículo tradicional (estabelecido) e o webcurrículo, além dos caminhos para os novos letramentos.

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O que é linguística?

O que é linguística?
Linguística, segundo Marcos Bagno

 

A linguística é a ciência que estuda a linguagem humana em geral e as línguas humanas particulares. Esse movimento que oscila entre o geral e o particular se explica de modo fácil: como a espécie humana é uma só, dotada dos mesmos recursos cognitivos e das mesmas configurações fisiológicas, e obrigada a resolver os mesmos problemas de representação/expressão da experiência/conhecimento, é mais do que seguro apostar que existam traços comuns a todas as línguas humanas – e de fato existem.

 

Por outro lado, como os diferentes grupos humanos vivem em ambientes ecológicos diferentes, em climas diferentes, tendo de se valer de recursos naturais diferentes e, principalmente, constituem culturas diferentes, cada língua humana deve apresentar características próprias, específicas, peculiares – e de fato apresentam.

 

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História da língua portuguesa em resumo: do período românico ao século XVI

História da língua portuguesa em resumo: do período românico ao século XVI
Um pouco da história da língua portuguesa

 

A língua que designamos hoje pelo nome de “português” é o desdobramento histórico dos falares de origem latina que se desenvolveram no noroeste da Península Ibérica, numa área que abrange atualmente o norte de Portugal e a Galiza (região autônoma da Espanha).

 

Os romanos ocuparam aquela região tardiamente (só por volta do século I a.C.). Essa tardia romanização e implantação do latim deram sobrevida ao uso das línguas pré-romanas daquela área, o que veio a influenciar o modo como o latim foi falado ali.

 

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10 Estrangeirismos irresistíveis sem os quais não vivemos mais

10 Estrangeirismos irresistíveis sem os quais não vivemos mais
Estrangeirismos: ameaça ou acréscimo da língua portuguesa?

 

Estava me preparando para dormir. Peguei meu tablet para dar uma espiada e encontrei todos os meus amigos online. Começamos a conversar e resolvemos nos encontrar no shopping para comer uma pizza. Corri para o meu armário, vesti um jeans, passei um batom e fui… Chegando no restaurante, encontrei a galera, fizemos check-in e tiramos uma selfie para registrar o momento. Comemos, conversamos, chamamos o garçom, pagamos a conta e fomos dançar. No fim, eu, que ia dormir, acabei tendo uma noite incrível.

 

1. Batom – [do francês - bâton]

2. Check-in – [do inglês - check-in]

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Os 6 livros definitivos sobre análise do discurso

Os 6 livros definitivos sobre análise do discurso
Perguntamos ao especialista Sírio Possenti quais os livros sobre análise do discurso que ele considera indispensáveis

 

Segundo o Prof. Sírio Possenti é quase impossível organizar um ranking dos principais livros em análise do discurso, especialmente restringir duramente seu número.

 

Primeiro, um recorte: sem fazer juízo sobre as teorias, não incluo a semiótica e os estudos bakhtinianos, porque são teorias que existiram ou existiriam independentemente da análise do discurso.

 

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Gêneros digitais por quem é autoridade no assunto: uma abordagem bakhtiniana

Gêneros digitais por quem é autoridade no assunto: uma abordagem bakhtiniana
Como identificar os gêneros digitais?

 

Podemos caracterizar os enunciados que circulam em mídia digital (acarretando novos letramentos) como gêneros? Essa é a pergunta que Roxane Rojo direciona a nós, tendo como enfoque os gêneros digitais. A autora divide a discussão sobre gêneros em dois tipos: gêneros de texto e gêneros de discurso.

 

Pensando na abordagem bakhtiniana, podemos aplicar esse método sociológico de análise quando tratamos de tecnologias digitais. Essa técnica de análise pode ser empregada no estudo do discurso online, da multimodalidade digital e dos formatos de hipertexto, multimídia e hipermídia, por exemplo.

 

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10 motivos para estudar a linguagem online

10 motivos para estudar a linguagem online
Embora a pesquisa online focada na linguagem tenha gradualmente ganhado força, ainda há muitas questões não exploradas

 

A internet e as novas mídias que surgem a partir dela produziram mudanças na linguagem e em seu uso de um modo sem precedentes. Atividades cotidianas passam a se mover mais rapidamente, novas mídias fornecem diferentes relações entre pessoas e tecnologias.

 

David Barton e Carmen Lee apresentam dez razões para estudar a linguagem online e compreender a linguagem:

 

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