Blog da Parábola Editorial

Novas mídias ganham estudos no mercado editorial impresso

Novas mídias ganham estudos no mercado editorial impresso
O catálogo da Parábola Editorial e as novas mídias

 

Não sei se você concorda, mas parece haver uma contradição gritando no título acima: a expressão “novas mídias” atrelada ao adjetivo “impresso” [em papel]… típico de nosso mercado editorial.

 

Mas a contradição é só aparente. O mercado editorial em peso tem realmente investido milhares de toneladas de papel e de quilos de tinta para tratar das novas mídias, das novas tecnologias, das redes sociais, do que podemos fazer com elas, por elas, para onde nossos caminhos dão sinais de ir.

 

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A importância da tradução para o Mercado Editorial

A importância da tradução para o Mercado Editorial
Um editor dublê de tradutor

 

O mercado editorial brasileiro não está em seu melhor momento. Mas em que isso afeta as editoras que trazem em seus catálogos obras estrangeiras? Quais os critérios para definir uma boa tradução? Como funciona a tradução em uma editora?

 

Selecionamos os principais trechos da entrevista concedida por Marcos Marcionilo, sócio-editor da Parábola Editorial, ao caderno de Literatura em Tradução da USP N. 16 (2016) em que responde a essas e a outras questões.

 

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Os 7 livros que todo professor de português procura

Os 7 livros que todo professor de português procura
Se você é professor de português, não deixe de conhecer estes títulos

 

Todos os professores têm aquele seu livro preferido, muitos até têm dificuldade em escolher dentre tantos. Mesmo na era dos blogs e conteúdos digitais, nada é tão prazeroso do que um belo livro nas mãos. Para o professor de português, propagar o conhecimento da disciplina na sala de aula é algo de suma importância. E ter/promover fácil acesso a livros que garantam boa leitura e base sólida para o aprendizado é ainda mais importante.

 

De acordo com os dados das vendas da editora e também de acordo com a fonte: site da revista Nova Escola, selecionamos os 7 títulos da Parábola Editorial mais procurados pelos professores de língua materna (língua portuguesa):

 

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Aposta certa para livreiros: o segmento de Letras e Linguística atrai leitores fiéis e apaixonados

Aposta certa para livreiros: o segmento de Letras e Linguística atrai leitores fiéis e apaixonados
Dentre todos os segmentos universitários, o de Letras e Linguística certamente é uma boa aposta para as livrarias de todo o Brasil

 

Apresentamos 5 motivos para você abrir hoje mesmo uma seção de Letras e Linguística na sua livraria:

 

1. Um universo mínimo de 400.000 potenciais compradores!

No Brasil há 1.687 cursos de graduação em Letras (licenciatura e bacharelado) presenciais habilitados pelo MEC, contando com 150.000 vagas. Há 112 cursos de ensino a distância, com 203.000 vagas. Existem 36 cursos de especialização em Letras presencial, com 17.500 vagas, e 3 cursos a distância cujo número de vagas é igual a 1.425. Além destes, existem 6 cursos de especialização em Linguística a distância (2.785 vagas), mais 79 cursos presenciais (32.000 vagas) e 4 cursos de graduação em Linguística (133 vagas).

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O mercado editorial para formação em Letras

O mercado editorial para formação em Letras
Veja os 10 livros da Parábola Editorial mais adotados nos cursos de Linguística e Letras de grandes universidades

 

Há quem escolha ler por hobby, outros escolhem ler por profissão. Alguns dos cursos mais procurados por quem gosta de ler são os de Linguística e Letras (Língua e/ou Literatura), além de Educação, Pedagogia e áreas afins. A carga de leitura desses cursos é alta, e as bibliografias indicadas pelos professores são de extrema importância para o devido acompanhamento das aulas e para um bom rendimento nos cursos escolhidos.

 

Não é nenhuma novidade que cada universidade tem seu plano de ensino, sua metodologia e seus “livros obrigatórios”. Em consonância com a instituição de ensino em que leciona, cada professor(a) apresenta uma ementa para sua disciplina, e lá constam os livros a serem utilizados durante o semestre.

 

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O português brasileiro está na moda

O português brasileiro está na moda
Estes livros provam por que é a hora e a vez do português brasileiro!

 

Língua materna como patrimônio

A língua materna é patrimônio de todos os seus falantes. Todos os linguistas já sabem que não são eles os únicos “especialistas” em língua, os únicos a poderem ter voz quando o assunto são questões linguísticas, porque todo falante se sente — e é! — dono e senhor da língua na qual se constrói a cada dia como sujeito falante.

 

Os gramáticos tradicionais talvez devessem chegar a essa mesma convicção para serem menos anacrônicos e menos nocivos ao ensino de língua nas escolas. E os editores em todos os nichos bem que poderiam prestar atenção a esse fato — o falante é senhor da língua — na produção e divulgação de seus livros.

 

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Mais do que uma bonita capa: uma análise dos títulos mais bem vendidos

Mais do que uma bonita capa: uma análise dos títulos mais bem vendidos
Como compor um acervo de qualidade para pequenas e médias livrarias?

 

Entrevistamos Vinícius Pires Pinheiro, ex-comprador da Saraiva, hoje a maior rede de livrarias do Brasil, com objetivo de ajudar os pequenos e médios livreiros a saber escolher e montar um acervo de qualidade.

 

Como compor o acervo de uma livraria?

VPP: O processo de composição do acervo de uma livraria se baseia, principalmente, nos seguintes critérios: histórico de vendas do autor e da editora, temática do livro e condições comerciais que sejam vantajosas para a livraria.

 

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Coesão e coerência são sempre bem-vindas: passos para estruturar bem o texto

Coesão e coerência são sempre bem-vindas: passos para estruturar bem o texto
A importância de coesão e coerência para escrever um texto relevante

 

É consensual o princípio de que um conjunto aleatório de palavras ou mesmo de frases não constitui um texto e, portanto, não pode funcionar como ação de linguagem. Um conjunto de palavras, para ser um texto, para ser interpretável e, assim, poder funcionar como uma atividade de linguagem, precisa apresentar algumas propriedades, ou seja, estar provido de algumas características específicas, fundamentais para a expressão dos sentidos e das intenções pretendidos. Entre tais propriedades, destacam-se coesão e coerência.

 

A primeira tem a ver com a articulação, ou seja, com os nexos criados entre os vários segmentos do texto, de modo a prover o texto da necessária continuidade, que, por sua vez, integrando esses vários segmentos, promove a unidade semântica que torna o texto interpretável. A segunda, isto é, a coerência, tem a ver, exatamente, com essa ‘unidade semântica’ que resulta daquela continuidade, fruto dos diferentes elos ou nexos criados e sinalizados.

 

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5 livros para turbinar a produção de texto

5 livros para turbinar a produção de texto
Veja algumas referências para melhorar sua produção de texto

 

Como produzir textos acadêmicos? Como escrever uma monografia? O que são coesão e coerência? Como redigir uma boa redação? Como ensinar a escrever bem? Como estudar a língua para a produção de texto?

 

Listamos aqui 5 livros para responder a essas perguntas e a outras relacionadas à produção de texto e para lhe ajudar a melhorar sua escrita:

 

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Sintaxe e semântica: torne-as suas aliadas

Sintaxe e semântica: torne-as suas aliadas
Reducionismos no estudo de sintaxe e semântica

 

Em geral, os estudos sobre as questões linguísticas na escola costumam reduzir demais os fatos – lexicais ou gramaticais –, tornando-os simplistas e, muitas vezes, falseados. Essa redução acontece de forma muito clara quando se trata de explorar as áreas da sintaxe e semântica. Comumente, as explicações se restringem a descrições abreviadas dos fatos, com ênfase na nomenclatura atribuída a eles. Além disso, tais fatos também sofrem um corte, limitando o alcance de suas funções na compreensão dos sentidos que se pretende expressar em situações reais da interlocução.

 

Por exemplo: nos programas escolares é comum que o estudo da sintaxe se restrinja às normas da concordância verbo-nominal. No que tange à questão da ‘colocação’ das palavras na sequência da frase, outro ponto da sintaxe, o tópico que tem merecido atenção se esgota no estudo da colocação dos pronomes, se vem antes, no meio ou depois do verbo. É comum, ainda, que o estudo da semântica se restrinja a umas poucas atividades em torno de sinônimos e de antônimos, com pouca consideração à condição polissêmica das palavras, ao uso generalizado e tão produtivo das metáforas e da metonímia. Nem mesmo os textos literários estimulam um estudo da semântica mais significativo.

 

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Muitos livros X orçamento limitado: como escolher as obras fundamentais para a faculdade de Letras

Muitos livros X orçamento limitado: como escolher as obras fundamentais para a faculdade de Letras
Conheça algumas dicas para conseguir ler diversos livros na faculdade de Letras

 

Um conselho que sempre damos aos nossos alunos é zelar pelo seu currículo, evitando reprovações e, especialmente, cursando as disciplinas da faculdade de Letras com empenho para obter um excelente coeficiente de rendimento escolar. Para isso, é necessária uma boa base de leitura e muita pesquisa.

 

O fato requer frequência assídua à biblioteca e, hoje, com as tecnologias e recursos digitais, bastante uso da internet para manter-se atualizado com as novidades relativas ao seu curso, lembrando que muitos periódicos, por exemplo, passaram a disponibilizar seu acervo digitalmente.

 

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Como as linguagens digitais mudam o currículo escolar?

Como as linguagens digitais mudam o currículo escolar?
Roxane Rojo fala sobre a importância da compreensão das linguagens digitais no currículo escolar

 

No vídeo abaixo, Roxane Rojo participa do Leitura Digital, programa de experimentações de novas práticas de leitura digital em sala de aula produzido por Guten Educação - start-up voltada para educação com objetivo de estimular jovens ao hábito de leitura.

 

 

No vídeo, Roxane discorre sobre as características e principais diferenças entre o currículo tradicional (estabelecido) e o webcurrículo, além dos caminhos para os novos letramentos.

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O que é linguística?

O que é linguística?
Linguística, segundo Marcos Bagno

 

A linguística é a ciência que estuda a linguagem humana em geral e as línguas humanas particulares. Esse movimento que oscila entre o geral e o particular se explica de modo fácil: como a espécie humana é uma só, dotada dos mesmos recursos cognitivos e das mesmas configurações fisiológicas, e obrigada a resolver os mesmos problemas de representação/expressão da experiência/conhecimento, é mais do que seguro apostar que existam traços comuns a todas as línguas humanas – e de fato existem.

 

Por outro lado, como os diferentes grupos humanos vivem em ambientes ecológicos diferentes, em climas diferentes, tendo de se valer de recursos naturais diferentes e, principalmente, constituem culturas diferentes, cada língua humana deve apresentar características próprias, específicas, peculiares – e de fato apresentam.

 

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História da língua portuguesa em resumo: do período românico ao século XVI

História da língua portuguesa em resumo: do período românico ao século XVI
Um pouco da história da língua portuguesa

 

A língua que designamos hoje pelo nome de “português” é o desdobramento histórico dos falares de origem latina que se desenvolveram no noroeste da Península Ibérica, numa área que abrange atualmente o norte de Portugal e a Galiza (região autônoma da Espanha).

 

Os romanos ocuparam aquela região tardiamente (só por volta do século I a.C.). Essa tardia romanização e implantação do latim deram sobrevida ao uso das línguas pré-romanas daquela área, o que veio a influenciar o modo como o latim foi falado ali.

 

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10 Estrangeirismos irresistíveis sem os quais não vivemos mais

10 Estrangeirismos irresistíveis sem os quais não vivemos mais
Estrangeirismos: ameaça ou acréscimo da língua portuguesa?

 

Estava me preparando para dormir. Peguei meu tablet para dar uma espiada e encontrei todos os meus amigos online. Começamos a conversar e resolvemos nos encontrar no shopping para comer uma pizza. Corri para o meu armário, vesti um jeans, passei um batom e fui… Chegando no restaurante, encontrei a galera, fizemos check-in e tiramos uma selfie para registrar o momento. Comemos, conversamos, chamamos o garçom, pagamos a conta e fomos dançar. No fim, eu, que ia dormir, acabei tendo uma noite incrível.

 

1. Batom – [do francês - bâton]

2. Check-in – [do inglês - check-in]

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Como as novas mídias estão influenciando a produção de texto

Como as novas mídias estão influenciando a produção de texto

O impacto das novas mídias nos textos produzidos dentro e fora das salas de aulaProduzir textos é atividade diária para muitas pessoas. Se pensarmos nas práticas escolares, visualizaremos as aulas de produção textual, as discussões sobre gêneros discursivos e, quem sabe, as tarefas ligadas a qualquer disciplina. A produção de texto, obviamente, não é exclusividade da Língua Portuguesa. No entanto, se ampliarmos as lentes e pensarmos em nosso dia a dia, no qual as novas mídias estão onipresentes, veremos quanto texto escrevemos e fazemos circular, nos dias de hoje. Novas mídias mesmo?

O que vimos chamando de “novas mídias” já soa até um pouco anacrônico. Computadores e internet já fizeram aniversário de vinte anos, o que, em termos de tecnologias digitais, é pré-história. Tudo acontece muito rápido nessa seara e podemos dizer, então, que essa novidade já é bem relativa.No entanto, embora a cultura digital já seja amplamente conhecida, a despeito da desigualdade de acessos e educação digital, podemos dizer que muita novidade surge a cada momento. O WhatsApp, por exemplo, é bem mais recente do que os sites e blogs, convenhamos.Nesse sentido, ele é “novidade”, embora esteja aí entre nós desde sua fundação, em 2009, e seu boom, em 2012. É jovem, mas é intensamente utilizado por milhares de pessoas, de todas as idades. Pois bem: circulam ali textos escritos e falados, fotos, vídeos e emoticons.E quanta coisa mudou! As alterações vão do famoso e temido “internetês”, que simplifica e compacta palavras e frases, conforme a necessidade, à possibilidade de gravar áudio ou de enviar vídeos feitos com o próprio celular.

TemoresHouve um momento dessas transformações ligadas às tecnologias digitais, ou novas mídias, em que muitas pessoas estiveram horrorizadas com o “internetês”, por exemplo. E talvez isso ainda aconteça. Será que esse jeito maluco de escrever vai nos fazer desaprender a escrita “padrão”? Havia até os arautos do apocalipse: “a língua portuguesa vai se corromper e morrer”. Mas sabemos que não é o que acontece, de maneira geral. O importante é saber variar (e salve Marcos Bagno!).Seguinte: meu filho de 12 anos, por exemplo, me mostrou um texto interessante no Facebook e eu pedi que ele me “marcasse”. Ele escreveu uma mensagem assim: “Pra vc, mãe”. Lindo, não? E eu, professora de português, estava bem ali, olhando tudo, atrás dos ombros dele. Quando ele percebeu, virou-se para mim e disse: “Olha, mãe, aqui pode”. E eu me dei por satisfeitíssima. Sim, ali, pode. Se ele sabe essa diferença e se pode modular sua expressão escrita conforme a circunstância, posso ir dormir tranquila.Mudanças e novas roupagensMuita coisa mudou na produção de textos em termos de práticas e tecnologias, desde os anos 1990. Saímos da máquina de datilografar e nos mudamos, de mala e cuia, para o teclado do computador. Mas isso não quis dizer um rompimento 100%.Os teclados de computador (desktop ou móvel), por mais que estejam associados às “novas mídias”, são herdeiros diretos das máquinas. Olhe aí o teclado do seu smartphone. Mesmo que ele seja touchscreen, se começar com as teclinhas QWERTY, é parente direto daquela velha máquina mecânica que seu pai (ou avô) tinha.Nas minhas aulas da Redação para o Ensino Médio e mesmo para primeiros períodos do ensino superior, costumo me esbaldar no uso de editores de texto em nuvem, como aquele conhecido como Google Docs. É que acho que ele facilita muito o acompanhamento do processo de escrita dos meus alunos. Mas tenho colegas que acham o contrário, afinal a gente trabalha muito mais, rastreando as edições que os escreventes fazem em seus textos ainda em progresso. Bom, o fato é que mudou e não mudou com as “novas mídias”. Escrever bem continua dependendo de habilidades que aprendemos e desenvolvemos aqui entre nossos neurônios. As práticas, técnicas, facilidades ou dificuldades é que se alteraram conforme vamos aderindo ao uso de novas máquinas e plataformas. A circulação dos textos se ampliou, assim como as possibilidades de produzirmos textos multimodais apenas com alguns cliques em certas teclas. Mais fácil. E mais difícil. Lidar com esta profusão de textualidades exige bastante dos nossos letramentos. Mas é isso. Não tem volta. 

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Os 6 livros definitivos sobre análise do discurso

Os 6 livros definitivos sobre análise do discurso
Perguntamos ao especialista Sírio Possenti quais os livros sobre análise do discurso que ele considera indispensáveis

 

Segundo o Prof. Sírio Possenti é quase impossível organizar um ranking dos principais livros em análise do discurso, especialmente restringir duramente seu número.

 

Primeiro, um recorte: sem fazer juízo sobre as teorias, não incluo a semiótica e os estudos bakhtinianos, porque são teorias que existiram ou existiriam independentemente da análise do discurso.

 

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Gêneros digitais por quem é autoridade no assunto: uma abordagem bakhtiniana

Gêneros digitais por quem é autoridade no assunto: uma abordagem bakhtiniana
Como identificar os gêneros digitais?

 

Podemos caracterizar os enunciados que circulam em mídia digital (acarretando novos letramentos) como gêneros? Essa é a pergunta que Roxane Rojo direciona a nós, tendo como enfoque os gêneros digitais. A autora divide a discussão sobre gêneros em dois tipos: gêneros de texto e gêneros de discurso.

 

Pensando na abordagem bakhtiniana, podemos aplicar esse método sociológico de análise quando tratamos de tecnologias digitais. Essa técnica de análise pode ser empregada no estudo do discurso online, da multimodalidade digital e dos formatos de hipertexto, multimídia e hipermídia, por exemplo.

 

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10 motivos para estudar a linguagem online

10 motivos para estudar a linguagem online
Embora a pesquisa online focada na linguagem tenha gradualmente ganhado força, ainda há muitas questões não exploradas

 

A internet e as novas mídias que surgem a partir dela produziram mudanças na linguagem e em seu uso de um modo sem precedentes. Atividades cotidianas passam a se mover mais rapidamente, novas mídias fornecem diferentes relações entre pessoas e tecnologias.

 

David Barton e Carmen Lee apresentam dez razões para estudar a linguagem online e compreender a linguagem:

 

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7 dicas imbatíveis para incentivar o hábito de leitura entre os jovens e adolescentes

7 dicas imbatíveis para incentivar o hábito de leitura entre os jovens e adolescentes
Como despertar em jovens e adolescentes o interesse pela leitura de livros neste mundo que gira em torno da tecnologia?

 

Boa comunicação, facilidade no aprendizado, ótima escrita e um desempenho superior nas matérias da escola são alguns dos benefícios que os jovens e adolescentes que têm o hábito de ler podem desenvolver.

 

A Parábola Editorial separou sete dicas para incentivar o embarque no universo da leitura:

 

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