Blog da Parábola Editorial

Sonia Melchiori Galvão é graduada em Letras pelo Centro Universitário Fundação Santo André (1988), fez mestrado e doutorado em Comunicação e Semiótica pela PUC SP (2004), especialização em Design Instrucional pela Universidade Federal de Itajubá (2008), especialização em Literatura Infantil e Juvenil pela USP (1993), especialização em Literatura Brasileira pela Universidade Metodista de São Paulo (1992), especialização em Metodologia do Ensino Superior pelo CUFSanto André (1993). Atualmente é professora e coordenadora do Curso de Letras (graduação e pós-graduação) da Faculdade de São Bernardo do Campo (FASB). Atua na área de Letras, com ênfase em Teoria Literária e Literatura Brasileira, principalmente na subárea da Semiótica e dos Estudos Contemporâneos, com ênfase no Barroco, Modernidade, memória, oralidade, literatura e novas tecnologias, poesia, crítica. Atua, ainda, como consultora ad hoc do INEP/MEC, em Avaliações Externas Institucionais e de Cursos de Graduação, bem como em avaliações de larga escala (SAEB, Prova Brasil, ENADE, ENCCEJA) e na leitura de escalas do SAEB/ Prova Brasil, como elaboradora e revisora de itens. Coordenou a área de Linguagens no Painel de Revisão de Itens do SAEB/INEP 2014 e supervisionou a área de Linguagens (ensino médio) do projeto Devolutivas junto ao MEC. Participou da leitura crítica e seleção de obras paradidáticas para o PNBE 2015.  Autora de artigos e capítulos de livros, como “Eles Eram Muitos Cavalos, a poética do choque” (2016);  “A Obra Galáctica: Literatura e Tecnologia” (Revista Cibertextualidades - 2014); “Racif, a poética do deslocamento” (2013). Recebeu o Prêmio Paul Zumthor (2000) e Prêmio Estímulo às Artes (Prefeitura e São Bernardo do Campo) pela produção ensaística. Poeta, compositora/ letrista, trabalha com literatura e música, como produtora, diretora artística e intérprete no show “Sonora Poesia”.

Para que semiótica nos cursos de Letras?

Para que semiótica nos cursos de Letras?

O estudo da semiótica nos cursos de Letras

 

Vivemos em um mundo em que nos ocupamos não somente das palavras, mas também de imagens, de sons, de movimentos, de sentidos táteis. Frequentemente nos perguntamos sobre o sentido de cultivar as palavras e pouco relacionamos essa pergunta com o bombardeio sensorial que se apresenta não somente nas mídias, mas na música, nas artes, no esporte, nas representações culturais, nos rituais religiosos, no cotidiano.

Em um universo de compreensão tão complexa quanto o nosso, o profissional de Letras tem um papel essencial de apresentar ferramentas capazes de mobilizar recursos cognitivos do aluno para que ele passe a enxergar com lupa o mundo em que está inserido.

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